TecnoLivre comemora os 20 anos de Linux

13 de abril de 2011

O Linux irá completar os 20 anos oficialmente em agosto de 2011, mas as comemorações já começaram na internet. A  Linux Foundation já está apresentando várias novidades, eventos, festas e concursos para os fãs do pinguim. :)

A TecnoLivre como empresa que trabalha, desenvolve e oferece serviços de informática com software livre, também está comemorando o aniversário de 20 anos do Linux.

Para comemorar a data, a Linux Foundation preparou um vídeo de 3 minutos que tenta resumir de forma bem humorada a história do nosso sistema operacional favorito. Veja abaixo:

Muito embora o Linux só faça 20 anos oficialmente em agosto de 2011, as comemorações já estão começando a pipocar pela internet. E a  Linux Foundation já manda ver em várias novidades, com eventos, festas e concursos para os fãs do pinguim. E até você pode participar da festança, mandando um vídeo ou contando uma história envolvendo o sistema operacional do pinguim! :)

Era uma noite fria na Finlândia, em 25 de agosto de 1991, quando um rapaz (na época) franzino e nerd enviou um email para uma newsgroup que falava sobre Minix. Nessa mensagem, o rapaz comentava sobre um sistema operacional que ela estava montando, e pedia a opinião dos colegas sobre como deveria ser o novo sistema. A mensagem, já eternizada e lendária em vários aspectos, é considerado até hoje o ponto de partida do que seria o Linux.

E, para comemorar a data, a Linux Foundation preparou um vídeo de 3 minutos que tenta resumir de forma bem humorada a história do nosso sistema operacional favorito. Veja abaixo, e diga se não rola uma lágrima:

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Membros da TL obtém título de ‘ISTQB Certified Tester’

20 de dezembro de 2010

Visando uma melhoria em seu Processo de Teste através da busca de conhecimentos e agregando garantia de qualidade, dois membros da TecnoLivre – Ramon Simões Abílio e Rafael Silva Barreto – obtiveram na última semana a certificação profissional “Foundation Level” do ISTQB – International Software Testing Qualifications Board. permitindo o uso do título “ISTQB Certified Tester”.

A certificação do ISTQB tem reconhecimento mundial, voltada para qualquer profissional de TI e, principalmente, da área de teste de software que buscam comprovar seu conhecimento.

Para saber mais sobre o ISTQB e suas certificações acesse:
- http://istqb.org
- http://www.bstqb.org.br

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Sistema Integrado de Gestão da UFLA está disponível para alunos, professores e funcionários

9 de dezembro de 2010

Em julho/2009, anunciamos a implantação de parte do SIG – Sistema Integrado de Gestão da UFLA. Agora, em dezembro/2010, temos a felicidade de anunciar a implantação de mais um importante módulo, que é o de acesso aos alunos, além de novas ferramentas para os demais usuários (professores e técnicos administrativos).

Com o fechamento deste ciclo, o SIG, desenvolvido pela TecnoLivre com apoio e supervisão do CIN/UFLA e da Proplag, já contempla as atividades mais essenciais da universidade e é utilizado pelos diferentes atores da comunidade acadêmica: alunos, professores e funcionários.

O principal objetivo do sistema é garantir que todos os processos informatizados da UFLA sejam desenvolvidos de maneira integrada, atendendo aos níveis operacional, tático e estratégico, e proporcionando o gerenciamento das atividades de gestão acadêmica e administrativas. E que, a partir deste sistema, seja possível compartilhar os dados entre setores, evitar retrabalho, subsidiando a administração executiva com informações úteis para tomada de decisão.

Até o presente momento, o SIG atende total ou parcialmente alguns dos principais setores administrativos da instituição: (i) a DGP (Diretoria de Gestão de Pessoas) tem o controle sobre os servidores públicos; (ii) a DRCA tem o controle sobre os alunos da instituição; (iii) a PRG tem o controle sobre os processos envolvidos na área acadêmica; e (iv) a PROPLAG tem o controle sobre os funcionários terceirizados e os dados básicos da instituição. Estes setores formam a base para o funcionamento dos demais.

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Dez razões para sua empresa largar o Windows e abraçar o Linux

26 de outubro de 2010

O fim do suporte a versões antigas do Windows pode ser uma boa oportunidade para considerar a migração para o sistema que, além de livre, é grátis.

Agora é uma hora particularmente boa para largar o Windows, tanto nas estações de trabalho como em servidores. Um exemplo: agora que a Microsoft parou de oferecer suporte para versões mais antigas do Windows em 13 de julho, você vai precisar de algo diferente para usar em seus servidores. Esteja você mudando do Windows Server 2003 para o 2008 ou para um servidor Linux – ou trocando o cansado Windows Vista dos desktops pelo alienígena Windows 7 ou algo mais amigável – o Linux lhe dá liberdade e, principalmente, liberdade de escolha.

Você pode acreditar que deixar o Windows e migrar para o Linux é algo difícil, mas a mudança no modo de pensar e a percepção dessa mudança são o que há de mais difícil. Se você já tentou atualizar o Windows XP para o Windows 7, então sabe o que é dor.

Os empresários descobriram que o Linux, que uma dia já foi um sistema operacional de “nicho”, fornece os componentes e os serviços necessários nos quais muitos se apoiam. O Linux continua sua penetração nos maiores data centers do mundo e em centenas de milhares de desktops individuais, e domina quase 100% da indústria de serviços para a nuvem. Por tudo isso, vale a pena dedicar algum tempo para descobrir o Linux e usá-lo em sua empresa. Aqui estão dez razões para que você dê uma segunda olhada no Linux.

1::Suporte comercial

No passado, as empresas usavam a ausência de suporte comercial como a principal razão para agarrarem-se ao Windows. As “três grandes” provedoras de Linux comercial – Red Hat, Novell e Canonical – puseram esse medo a nocaute. Cada uma dessas empresas oferece suporte 24×7x365 para suas aplicações de missão crítica e serviços de negócio.

2::Suporte a .NET

As empresas que padronizaram seu desenvolvimento com tecnologia Microsoft, especificamente com sua tecnologia web .NET, podem confiar no Linux para obter suporte às mesmas aplicações .NET. A Novell é a dona e apoia o projeto Mono, que oferece compatibilidade com .NET. Um dos objetivos do projeto Mono é oferecer às empresas a capacidade de escolha e de resistir à imposição de um único fornecedor. Além disso, o projeto Mono oferece plugins Visual Studio para que os desenvolvedores .NET possam transferir facilmente aplicações .NET baseadas em Windows sem mudar suas ferramentas de desenvolvimento familiares. Por que a Novell e outras empresas iriam querer criar um ambiente .NET para Linux? Para a estabilidade real de aplicações .NET, o Linux é uma escolha melhor que o Windows.

3::Disponibilidade online

A estabilidade do Linux oferece aos donos de empresas a paz de espírito de que suas aplicações não sofrerão panes muito longas causadas por instabilidade do sistema operacional. O Linux oferece os mesmos níveis de disponibilidade (geralmente medidos em anos) que seus primos Unix. Esta estabilidade significa que o Linux pode suportar as exigências de serviços “99,999% disponíveis”. Reboots após cada correção de software, Service Packs e alterações de drivers fazem do Windows uma escolha instável e não confiável para aqueles que precisam suporte ininterrupto para suas aplicações e serviços críticos.

4::Segurança

Nenhum sistema operacional é 100% seguro – e o Linux não é exceção. Mas o Linux oferece segurança excelente a seus usuários. Das atualizações regulares do kernel a uma lista quase diária de atualizações de segurança, os mantenedores do código mantêm os sistemas Linux bastante seguros. Os donos de empresas que se apoiam em sistemas Linux com suporte comercial terão acesso a todas as correções de segurança disponíveis. Com Linux, você tem uma comunidade mundial de provedores de correções de segurança, e não uma única empresa com código fonte fechado. Você está completamente dependente da resposta de uma só empresa para lhe fornecer correções de segurança quando usa Windows.

5::Aproveitamento de habilidades

Uma barreira à adoção do Linux foi a ideia que ele não é tanto como o Unix, e por conta disso os administradores deste último não poderiam usar com sucesso seus conhecimentos ao fazer a mudança para o Linux. O layout do sistema de arquivos do Linux parece como qualquer outra versão comercial do Unix. O Linux também usa um conjunto padrão de comandos Unix. Há alguns comandos Linux que não se aplicam ao Unix, mas isso também ocorre entre as diversas versões do Unix.

Os administradores Windows podem descobrir que o uso de um teclado em vez de um mouse é uma parte difícil da transição, mas uma vez que eles descubram o poder da linha de comando, eles nunca mais irão querer dar cliques. Não se preocupe com aqueles que não largam uma interface gráfica: o Linux tem diversos gerenciadores de desktops para escolher – e não apenas um.

6::Hardware de mercado

Os empresários vão gostar do fato de que seus sistemas “ultrapassados” ainda rodarão Linux – e bem. Felizmente para quem adota o Linux, não há aquela loucura de atualização de hardware que segue toda nova versão do software recém-lançado. O Linux roda em x86 com arquiteturas de 32 e 64 bits. Se seu sistema roda Windows, ele rodará Linux.

7::Linux é grátis

Você pode ter ouvido que o Linux é grátis (free, em inglês). O Linux não custa nada, e também é livre no sentido que também é livre de patentes e de outras restrições que impediriam empreendedores mais criativos de editar e melhorar o código fonte. Essa habilidade de inovar com Linux tem ajudado a criar empresas como a Google, que aproveitaram essa oportunidade e a converteram em grandes negócios. O Linux é grátis e livre, no sentido de liberdade.

8::Comunidade mundial

O Linux tem o apoio de uma comunidade global de desenvolvedores que contribuem com o código fonte, atualizações de segurança e melhorias no sistema. Esta comunidade ativa também fornece às empresas o suporte gratuito por meio de fóruns e sites. Esta comunidade dispersa pelo mundo dá paz de espírito aos usuários de Linux, porque não há um ponto único de falha nem uma fonte única para suporte e desenvolvimento Linux.

9::Linux Foundation

A Linux Foundation é um coletivo corporativo de patrocinadores Platinum (Fujitsu, Hitachi, HP, IBM, Intel, NEC, Novell e Oracle) e membros que, por meio de doações e contribuições associativas, patrocinam Linus Torvalds e outros que trabalham em tempo integral no Linux. Seu propósito é “promover, proteger e padronizar o Linux para abastecer seu crescimento pelo mundo”. É a fonte primária para todas as coisas Linux. A Linux Foundation é uma grande adição aos usuários e entusiastas do Linux porque sua existência assegura o desenvolvimento contínuo do sistema.

10::Atualizações regulares

Você está cansado de esperar por um Service Pack do Windows a cada 18 meses? Cansado das dificuldades de atualizar seus sistemas Windows de tempos em tempos porque não há uma rota clara de upgrade? O Ubuntu Linux oferece versões novas e melhoradas a cada seis meses e versões de suporte de longo prazo a cada dois anos. Toda distribuição Linux oferece atualizações regulares de seus pacotes e fontes diversas vezes por ano e atualizações de segurança sempre que necessárias. Você pode deixar qualquer angústia de upgrade para sua cópia oficial licenciada do Windows porque é fácil atualizar o Linux e migrar de uma versão para outra, mais nova. A melhor parte: o Linux não exige reboot.

Se você quiser dar uma olhada no Linux, aqui estão diversas distribuições que podem ser baixadas gratuitamente. Seu uso também não exige qualquer contrato de suporte comercial.

- CentOS – distribuição livre do Red Hat Enterprise Linux

- Ubuntu – distribuição livre corporativa (suporte comercial disponível)

- Fedora – O Projeto Fedora é a versão livre e suportada pela comunidade do Red Hat Linux.

- OpenSUSE – A versão livre e suportada pela comunidade do SUSE Linux da Novell.

- Debian – A distribuição-mãe de muitas distribuições Linux, incluindo Ubuntu e Linux Mint.

Você pode encontrar informação sobre a migração do Windows para Linux por meio da Linux Foundation ou de quaisquer de seus patrocinadores Platinum. Quando se trata de aumentar sua eficiência, economizar dinheiro e oferecer serviços ininterruptos para seu negócio e seus clientes, de quantas razões você precisa?

(Ken Hess)

* fonte: IDG Now!

Fonte: http://softwarelivre.org/portal/empresas/dez-razoes-para-sua-empresa-largar-o-windows-e-abracar-o-linux

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Ministério da Ciência e Tecnologia discrimina Cooperativas em Editais de Subvenção

9 de setembro de 2010

A FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos, do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), continua impedindo as Cooperativas de participarem de seus editais de subvenção econômica, de forma injusta e discriminatória. E continua se desconhecendo as razões para tal discriminação.

No edital de subvenção da FINEP/MCT do ano passado, de 2009, seu texto já impedia a participação de cooperativas, mas o fazia de forma explícita e clara, como expresso em sua Seção 4:

“Empresas brasileiras (sociedades empresárias e empresários individuais) de qualquer porte. Considera-se empresa brasileira a organização econômica instituída para a produção ou a circulação de bens ou de serviços, com finalidade lucrativa, constituída sob as leis brasileiras e com sede de sua administração no Brasil, e que esteja devidamente registrada na Junta Comercial até a data de lançamento desta seleção pública. Não são elegíveis sociedades simples”.

Como as cooperativas são sociedades simples, o edital de 2009, restringia explicitamente a sua participação. É importante lembrar que não há nenhuma justificativa racional para a discriminação das cooperativas nestes editais, as quais deveriam presumivelmente ter direito a submeter seus projetos ao edital de subvenção em pé de igualdade com as empresas. A seleção dos projetos deveriam seguir critérios estritamente técnicos, independente da instituição proponente ser uma cooperativa ou uma empresa.

Por conta desta constatação óbvia, o Tribunal de Contas da União – TCU, acionou juridicamente a FINEP/MCT contra esta injustificável discriminação. Em novembro de 2009, como resultado de representação da Secex/ RJ, número TC 004.726/2009-7, o TCU determinou, em seu item 9.2 do Acórdão No 1342/2009, o seguinte:

“determinar à Financiadora de Estudos e Projetos – Finep que se abstenha de restringir a participação das sociedades simples no certame, em futuros processos seletivos para a concessão de subvenções econômicas com fundamento na Lei 10.973/2004”.

Já o atual edital de subvenção econômica, de 2010, impede a participação de cooperativas no edital de forma velada, assim expressa em sua Seção 4:

“Empresas brasileiras de qualquer porte, individualmente ou em associação, e que atendam às seguintes condições:

  1. data de registro na Junta Comercial ou no Registro Civil das Pessoas Jurídicas (RCPJ) de sua jurisdição até 31/12/2008;

  2. situação ativa no ano de 2009 (considera-se pessoa jurídica INATIVA aquela que não tenha efetuado qualquer atividade operacional, não-operacional, patrimonial ou financeira, inclusive aplicação no mercado financeiro ou de capitais, durante todo o ano calendário);

  3. objeto social que contemple atividade compatível com a que será desempenhada no projeto proposto na data de divulgação do presente edital.

Considera-se empresa brasileira a organização econômica instituída para a produção ou a circulação de bens ou de serviços, com finalidade lucrativa, constituída sob as leis brasileiras e com sede de sua administração no Brasil.

No caso de proposta que conte com a associação de mais de uma empresa, a proponente será a responsável pela gestão dos recursos e prestação de contas. Além disso, todas as associadas devem ser empresas.

Cada empresa poderá integrar apenas uma proposta por tema, independentemente de figurar individualmente ou em associação na proposta”.

Como o texto do edital não é tão explicitamente claro quanto a possibilidade de participação de cooperativas, a TecnoLivre – Cooperativa de Tecnologia e Soluções Livres, uma cooperativa de base tecnológica da área de informática, resolveu consultar os responsáveis pelo edital, usando o e-mail <sbv2010@finep.gov.br>, disponibilizado pela FINEP. Quanto à pergunta se cooperativas poderiam participar do edital de subvenção de 2010, a resposta foi a seguinte, literalmente:

“Informamos que “Cooperativas” NÃO estão aptas a participar deste Edital”.

Insatisfeita com a resposta, a cooperativa TecnoLivre ponderou então sobre a determinação do Tribunal de Contas da União, especialmente expressa no item 9.2 do Acórdão No 1342/2009, e a nova resposta foi a seguinte:

“Conforme a definição utilizada em nosso Edital, são admitidas apenas empresas com finalidade lucrativa. A Cooperativa é uma sociedade simples, porém sem finalidade lucrativa”.

Como se sabe, as cooperativas são sociedades simples sem finalidade lucrativa, portanto o texto do atual edital de subvenção, de 2010, continua impedindo a participação de cooperativas no edital.

Porém, a representação do TCU, Secex/ RJ (TC 004.726/2009-7), referia-se explicitamente às cooperativas, ou seja, às ’sociedades simples sem fins lucrativos’, como alvo de discriminação por parte da FINEP/ MCT: “As cooperativas, cujo objeto poderá compreender atividades tipicamente empresárias como a industrial, podem, perfeitamente, e devem participar do certame. E outras sociedades simples, que exercem atividades de natureza científica, por exemplo, têm a sua área de atuação de todo consentânea com os temas dos projetos definidos no edital (fls. 3 e 9/11), também sendo elegíveis para fazer parte desta seleção pública” (TC 004.726/2009-7, pág. 25). Portanto, ter ou não fins lucrativos não deveria ser razão para discriminar a elegibilidade das sociedades simples.

Parecem bem claro, portanto, que o termo “com fins lucrativos”, para as sociedades simples, está sendo utilizado como artifício jurídico para se continuar discriminando as cooperativas nos editais de subvenção da FINEP/ MCT. Uma leitura atenta e imparcial ao texto da representação do TCU (Secex/ RJ), permite se concluir, sem sombra dúvida, que a determinação a que se refere ao Acórdão No 1342/2009 é sobre quaisquer sociedades simples, “determinar à … Finep que se abstenha de restringir a participação das sociedades simples no certame…”. É indubitável que tal determinação é válida independente de ter ou não finalidade lucrativa.

Por se sentir profundamente lesada com a insistência na discriminação às cooperativas, a TecnoLivre solicitou ao TCU – Secex/ RJ, um novo exame dos editais de subvenção econômica da FINEP, para que o TCU possa tomar as medidas cabíveis.

A Colivre – Cooperativa de Tecnologias Livres, uma outra cooperativa, também de base tecnológica na área de informática, já contatou seu advogado para entrar com um Mandato de Segurança contra esse o Edital de Subvenção Econômica 2010, da FINEP/MCT.

Anexos:

- Edital de Subvenção 2009: Subvencao_2009

- Edital de Subvenção 2010: subvencao_finep_01-2010

- Troca de mensagens entre a TecnoLivre e a Finep/MCT: Troca de mensagens com FINEP

- Representação do TCU, Secex/ RJ (TC 004.726/2009-7): 004-726-2009-7-aud-alc

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19 anos de Linux

9 de setembro de 2010

Uma “diversão séria” que conquistou o mundo

Em poucas semanas, o Linux vai completar 19 anos de vida. Para quem nunca ouviu falar do Linux, ele é um sistema operacional concorrente do Microsoft Windows e do MacOS da Apple. Diferentemente deles, é gratuito e não foi criado por uma empresa, mas sim a partir de um trabalho de faculdade de um estudante finlandês de Ciências da Computação, em 1991. E a coisa mais inusitada é que desde o momento da sua criação, foi (e ainda é) encarado como diversão pelo seu criador: Linus Torvalds. “Criei o Linux para ter algo com que me divertir quando estivesse trabalhando com computadores” informou Linus durante sua palestra na Linuxcon, que aconteceu em São Paulo nos dias 31 de agosto e 1 de outubro.

O Linux cresceu à medida que ele divulgou em comunidades de Usenet e listas de e-mail. As pessoas viram o projeto, gostaram e começaram a sugerir melhorias. Elas foram implementadas e o projeto foi crescendo com a chegada de mais voluntários para ajudá-lo. A consequência disso é que deu início a uma tendência de aplicações gratuitas que viabilizaram o crescimento da Internet.

A evolução do Linux

O sistema Linux evoluiu muito nesses 19 anos. Hoje são os fabricantes que nos procuram para perguntar que características queremos ver nas CPUs e placas, afirmam os desenvolvedores do núcleo do sistema (Kernel) durante a Linuxcon.

A resenha completa, de Flávio Amaral, pode ser acessada em http://colunistas.yahoo.net/posts/4629.html

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Membro da TecnoLivre vai para o Consegi 2010

16 de agosto de 2010

De 18 a 20 de agosto de 2010, em Brasília (DF), será realizado o III Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico – Consegi 2010.

O Consegi é um importante espaço para promover a troca de experiências e informações entre instituições da Administração Pública, sociedade civil organizada e representantes de países parceiros. Palestras, painéis e oficinas terão lugar na edição de 2010 que será marcada pela discussão do tema “Computação em Nuvem”.

Nesta edição, um dos membros da TecnoLivre irá participar.

Mais informações no link: www.consegi.gov.br

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Está chegando o Fisl 11

9 de julho de 2010

O Fórum Internacional Software Livre (fisl) está chegando em sua 11ª edição. Neste ano, o evento acontece de 21 a 24 de julho no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS, em Porto Alegre – RS – Brasil.

Nesta edição, a TecnoLivre levará um mebro que apresentará uma palestra sobre o projeto Setfon, no qual participou.

Participe!

Fisl 11

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Ubuntu, uma lição fácil de aprender, melhor ainda de viver

13 de junho de 2010

Globo explica o resultado da palavra Ubuntu!

Clique aqui para saber.

Só faltou falar sobre a distribuição GNU/Linux… mas já foi o primeiro passo.

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Google procura reduzir o uso de Windows

2 de junho de 2010

O jornal on-line da Folha divulgou ontem (dia 01/06/2010) uma notícia apresentando que a Google estaria procurando reduzir a utilização de Windows em seus ambientes de trabalho. O motivo, segundo a notícia, foi devido a falhas de segurança no navegador Internet Explorer, da Microsoft, ocasionando invações de usuários mal intencionados da Internet.

Se, por um lado, a notícia de que o Internet Explorer possui falhas graves de segurança nunca foi novidade pra ninguém (já que uma de suas versões mais duradouras, o Internet Explorer 6, até hoje ainda é apontado como problemático), por outro, é surpresa ler que funcionários da Google chegaram a utilizar o Internet Explorer mesmo após a criação do navegador concebido pela própria empresa, o Google Chrome. Testes de compatibilidade? Talvez. Mas, no mínimo, estralho.

A notícia ainda diz que a empresa cogita a possibilidade de utilização de outro Sistema Operacional, inclusive distribuições do Linux. É, sem dúvidas, muito bom saber sobre o crescimento e maturidade que o Linux tem apresentado é notado por grandes empresas da área.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/tec/743857-google-elimina-uso-interno-do-windows-aos-poucos-diz-jornal.shtml

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