O YouTube está testando a linguagem HTML5, que possibilita rodar vídeos sem a necessidade do Adoble Flash. Entretanto surge um grande problema: usando o flash, a licença sobre os formatos de vídeos protegidos por patentes é paga pelo Adobe, uma vez que os vídeos são codificados em formato flash. Com a possibilidade de rodar vídeos sem a necessidade do player do Adobe, quem irá pagar pela licença de tais vídeos? Sim, serão os próprios navegadores.

Firefox
A Fundação Mozilla e a comunidade do Software Livre apostam nos formatos livres como o Ogg. Mas o YouTube (site mais popular de vídeos do mundo) adotou o formato patenteado H.264, e, sim claro! O Google Chrome “$uporta” o formato H.264.
Mesmo que a Mozilla pagasse os US$ 5 milhões anuais pela licença de uso, seria o fim do projeto de código aberto que define sua proposta e seriam comprometidos desenvolvimentos livres.
Será que esta foi uma forma de ameaçar o navegador que em 2009 se tornou o navegador mais utilizado do mundo, desbancando o Internet Explorer 7?
